domingo, 8 de março de 2026
Informação, censura, omissão, conceito e pré-conceito 2
Uma informação que não pode te faltar, “se a humanidade fosse uma entidade evolutiva ela seria perfeita. Em milhares de anos reverberamos conceitos e preconceitos, repetindo erros do passado que poderiam simplesmente serem esquecidos. Não aprendemos com os erros dos outros simplesmente por que não somos “Homo Sapiens” e somos “Homo Motus”. Nem sempre conhecer os conceitos nos remete ao aprendizado. O Músico Beto Guedes já dizia, “(...) a lição sabemos de cor só nos resta aprender (..)”. Não se culpe pelas suas falhas e imperfeições, elas são o fruto da interação entre sentimentos e racionalidades, entre o sentir, o pensar e o agir. Não fique tentando traçar explicações lógicas de coisas que você fez ou deixou de fazer. Os nossos medos são frutos da nossa vivência, da nossa experiência pessoal. Assim como ocorreu ao longo da história da Humanidade, a nossa história reflete as nossas experiências pessoais, os conceitos que nos sãos ensinados e as observações que fazemos na vida. Os conceitos do que é certo ou errado, justo e injusto, valorizado e sem importância são conceitos que devem ser mutáveis e se flexibilizar de acordo com os momentos que vivemos. Não é errado não ter opinião formada sobre alguma coisa. Não somos obrigados a entender de tudo. O fenômeno da globalização nos apresenta realidades as quais desconhecemos, que são fruto de cotidianos que não vivemos. Não podemos formalizar conceitos e opiniões sobre realidades as quais são desconhecidas por nós, é algo tão natural como sobreviver. Respeite a realidade do outro para ter a sua realidade respeitada. O respeito sempre foi e sempre será uma via de mão dupla. Quando você se sentir desrespeitado por alguém e sentir que está sendo injustiçado, repense a presença desta pessoa, independente da relação social que esta pessoa tem em sua vida. Repense o que falar com esta pessoa. Repense o seu agir também. Tudo que você observa à distância você tem uma visão ampliada e mais abrangente do que a visão que você tem quando está muito próximo. Na censura de omissão você deixa de se expressar devido ao comportamento e natureza do outro. Você mantém a relação amistosa com a pessoa, apenas não se expõe a ela em sua totalidade. Pense que você é mais útil como exemplo do que como “expositor de ideias e ideais”. Trabalhe a sua fala seletiva e pense bem o que falar, com quem falar e a hora de falar, ou seja, pense mais do que fale. Pense nestas duas reflexões. “Seja a base” e “Fale somente quando solicitado”. Estes são temas abordados neste bolg.
terça-feira, 13 de janeiro de 2026
Pense leve, viva leve 8
A vida me redirecionou em alguns pontos. No artigo “Pense leve, viva leve 1” eu escrevi “(...) em época de investimento, procurar novos sabores e novos prazeres. ” O erro está em consumir como se não houvesse amanhã. Se a época for de sobras ou se você receber alguma soma inesperada de dinheiro, guarde alguma soma de dinheiro para os períodos difíceis que infelizmente virão. Isto não significa não satisfazer a demanda por novos sabores e prazeres, apenas lembrar que um pouco de precaução não faz mal a ninguém. Estabeleça algum trabalho filantrópico ou dedique algum tempo ao outro. No artigo “Pense leve, viva leve 2”, em seu final, eu escrevi “(...) Quanto mais fazemos a nossa parte, mais sobra para que seja distribuído ao outro que não tem. E isto é válido também para a melhora na nossa qualidade de vida. Se o mundo fosse eficaz, ele seria mais feliz e justo. ” Esta frase vem a corroborar com o pensamento anterior, ou seja, estabelecer uma meta filantrópica faz bem a todos. Se você recebe alguma verba pública ou benefício social por merecimento, isto não é demérito, nem uma vergonha, apenas trabalhe para que, em um futuro, quando as suas finanças se reestabelecerem e/ou se equilibrarem você deixe esta verba pública, este benefício social para um outro que precise mais. No artigo “Pense leve, viva leve 3” eu escrevi “(...). Nossas relações devem ser sempre respeitosas e transparentes. ” No momento em que eu escrevi este artigo eu não levei em consideração a maldade humana, não avaliei que devemos ser transparentes apenas com quem merece que sejamos. A nossa informação é um tesouro que deve ser partilhado/compartilhado com quem merece e/ou faz por merecer e a nossa privacidade é um tesouro para poucos. “Levar a vida de forma leve é isso, é tratar o outro da mesma forma que você gostaria de ser tratado, é prestigiar o outro com as informações que o fazem melhor pelo simples fato de tornar o outro melhor. ” (Pense leve, viva leve 4). Mais uma ingenuidade da minha parte. Nem sempre as pessoas querem o que é melhor para elas. Este “prestigio” pode se tornar uma fonte de discórdia se o outro simplesmente não tem noção, ou não quer ter a noção, do que é melhor para ele. Mais vivido hoje em dia eu recomendo o silêncio quando você perceber que a pessoa está se prejudicando de forma voluntária. Ajude a quem quer ser ajudado. Se relacione com pessoas positivas e procure ser feliz com aquilo que você acredita e pensa. A evolução é um estágio ao qual nem todos estão preparados ou procurando. Agregue em seu entorno pessoas com mais afinidades com você e os seus conceitos e “modus vivendi”. Se afaste de pessoas negativas e/ou tóxicas, que não te respeitam, independente de consanguinidade. Agregue em seu entorno pessoas confiáveis e que, além de te respeitarem, agreguem valor e qualidade à sua vida. A vida é muito curta para ser compartilhado com quem não merece. Faça uma jornada para dentro de você mesmo procurando o que é melhor para o seu equilíbrio mente x coração. Ouça seus instintos e procure a sua felicidade dentro de você. Se você se ouvir, você encontrará dentro de você as respostas de que você precisa.
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